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As tecnologias para Mobile First que precisamos conhecer

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As tecnologias para Mobile First que precisamos conhecer

Neste artigo, falaremos sobre várias delas para te preparar e orientar na implementação deste desafio.

Leandro Vieira
Tecnologias para Mobile First
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Mobile First é um conceito aplicado em projetos web onde o foco inicial da arquitetura e desenvolvimento são direcionados aos dispositivos móveis e em seguida para desktop.

A técnica tem se popularizado cada vez mais entre os profissionais de marketing e tecnologia.

A diversas tecnologias para Mobile First, na verdade, são uma verdadeira sopa de letrinhas.

Neste artigo vamos conhecer várias delas e te deixar mais preparado e orientado para a implementação deste desafio.

Essas tecnologias podem ser organizadas em três grandes vertentes.

Duas delas direcionadas para dois grandes players: Google e Facebook; e a terceira seria Tecnologia de uma forma geral.

imagem ilustrativa com um home à esquerda segurando um tablet, e ao redor desse tablet luzes e ícones representando mobile e tecnologias

Para você lidar com o Google e Facebook

O maior buscador, bem como a maior rede social, estão por trás de grandes e respeitadas tecnologias.

Eu costumo dizer que temos trabalhado para o Google. Você também pensa assim?

Ele dita as regras, nós a seguimos. Nós o beneficiamos facilitando a vida dos bots, e ele nos beneficia com tráfego.

O problema é que nem todos têm o tráfego desejado, mas o árduo trabalho para servir o senhor da internet é considerável.

Abaixo uma lista das principais tecnologias para Mobile First direcionadas a esses dois.

AMP, PWA, FBIA e WebP. Você conhece essas Tecnologias para Mobile First? #WordPress #MobileFirst

AMP

O AMP (Accelerated Mobile Pages) é a tecnologia para deixar o carregamento das páginas extremamente mais rápido no mobile.

É um formato que o Google adora e vai te ajudar conquistar mais posições no buscador mais utilizado da atualidade.

Abaixo artigos em nosso blog para você se inteirar sobre o assunto.

PWA

PWA (Progressive Web Apps) está intimamente ligado à experiência do usuário para um maior e melhor alcance das possibilidades da web.

Abaixo os artigos para você aprender sobre.

FBIA

Enquanto o AMP é suportado por diversas plataformas, o Instant Article é um formato proprietário do Facebook.

O formato também é conhecido como FBIA.

Segundo a rede social, artigos compartilhados no Newsfeed com o FBIA implementado são 10x mais rápidos do que sites mobile padrão, conquista 20% mais leitura e tem uma taxa de abandono 70% inferior.

Aprenda a implementar o Facebook Instant Article (FBIA).

WebP

WebP (pronuncia-se Weppy) é um novo formato de imagem desenvolvido pelos engenheiros do Google.

O formato reduz o tamanho do arquivo consideravelmente e mantém a qualidade das imagens.

formato de imagem WebP tem uma relação direta com o Mobile First, uma vez que seu foco é contribuir para o carregamento mais rápido das páginas.

Leia mais sobre as Imagens WebP e a relação com o Mobile First.

Ainda falando de Google, o Googlebot realiza predominantemente uma indexação mobile first. Seu projeto está preparado?

Tecnologias para Mobile First para alinhar com o time da TI

Profissionais de marketing mais orientados a técnicas de Growth Hacking costumam ter conhecimentos técnicos.

Isso facilita a implementação, por exemplo, de tecnologias para o Mobile First.

Já os demais precisam se inteirar mais sobre assuntos técnicos, para facilitar o diálogo com o pessoal da TI e desenvolvimento.

Separei sete termos para você não deixar de considerar em seus próximos projetos ou até aplicar alguns deles nos projetos em curso.

Media Query e Break Points

Através da técnica CSS chamada Media Queries, alinhada com definidos breakpoints, conseguimos lidar com o desafio dos diferentes tamanhos de tela.

O que são as Media Queries?

É uma regra na CSS que te possibilita incluir um bloco de propriedades se, e somente se, uma determinada condição for verdadeira.

O que são os Breakpoints?

Os breakpoints, literalmente falando, são pontos de interrupção.

Analisando pelo contexto da CSS, Media Query e Mobile First, são os pontos que a interface do usuário será adaptada para a nova realidade do tamanho de tela, ou densidade de pixels, por exemplo.

Leia a respeito em Media Queries e Breakpoints nos projetos Mobile First.

O protocolo HTTP

Precisamos diferenciar três siglas:

  1. HTTP;
  2. HTTP/2;
  3. HTTPS.

HTTP/2 é a segunda versão do protocolo HTTP.

Já o HTTPS é a versão segura do protocolo HTTP. O “S” vem de Secure.

Se eu puder escolher somente uma das grandes vantagens do HTTP/2, eu diria melhoria de performance.

Já a versão segura do protocolo, HTTPS, é possível ter gratuitamente através da Let’s Encrypt.

No WP Host, o produto de hospedagem para WordPress da Apiki, implementamos essa versão para nossos clientes.

Veja os seguintes artigos sobre HTTP.

IPv6

A adoção ao IPv6 será ainda mais acelerada com o esgotamento dos endereços IP atuais.

O protocolo IP é muito importante, como vários outros protocolos responsáveis pela comunicação na internet.

As versões relevantes do protocolo IP são a IPv4 e a IPv6.

A quarta versão foi oficializada há mais de 30 anos atrás e sua composição de 32 bits permite uma combinação de mais de quatro bilhões de endereços únicos.

Mas essa quantidade disponível está numa iminência de esgotamento e somente o novo formato proposto será possível atender a latente demanda atual e futura.

Leia IPv6: o que você precisa saber sobre o protocolo.

TTFB

O termo TTFB é um acrônico de Time To First Byte.

Ou seja, o tempo que o servidor demora para entregar o primeiro byte do seu site ao navegador de internet. O tempo é medido em milissegundos.

É o termo que se discute quando o assunto sobre performance está avançado.

O esforço nessa área é grande e resultará em 20% das possibilidades de ganho de performance que você poderá ter.

Portanto, não deve ser seu primeiro passo, tampouco tratativas sobre o assunto.

Leia TTFB – Time To First Byte: o que é, como testar e qual é o ideal

CDN

CDN significa Content Delivery Network (Rede de Distribuição de Conteúdo).

É mais uma ferramenta de performance que funciona como rede de servidores que fornecem conteúdo estático em cache para os usuários.

Leia os seguintes artigos para se inteirar a respeito.

Quais assuntos sobre Tecnologia que você discute com o seu time de TI? #WordPress #MobileFirst #TI

Para você lidar com as estratégia digitais

Os gestores de marketing estão focados em estratégias que poderão potencializar seus negócios digitais.

Sabemos que Google e Facebook são agentes importantes nessas estratégias. Assim como o envolvimento do time de Tecnologia da Informação.

Existem alguns recursos, metodologias e técnicas que temos adotado para diferentes estratégias digitais.

Muitas delas ajudam na implementação das tecnologias para Mobile First.

Separei três para você conhecer melhor.

API First

O conceito de API First vem crescendo entre as organizações.

Sua aplicabilidade permite melhor integração entre departamentos, parceiros, aplicações e uma mudança de mindset.

API First também permite gerar novos negócios e novas receitas antes não imaginadas.

Leia Como o conceito de API First vai impactar seu negócio.

Headless

Este conceito vou te explicar em vídeo.

E abaixo artigos relevantes sobre o assunto.

Para integrar os conceitos de API First e Headless, considere a leitura WordPress Headless e o conceito de API First.

API First ou Headless? Que tal os dois na sua implementação Mobile First? #WordPress #Headless #API

Readability

Ter uma boa readability aplicada em seus conteúdos contribuirá para a leitura destes pelos usuários.

Você terá um bounce rate menor, um rankeamento maior e mais oportunidades de negócios.

Leia A “Readability” vai mudar a sua forma de produzir conteúdo.

Conclusão

A todo momento surgem novas tecnologias.

As tecnologias para Mobile First que os profissionais de marketing precisam conhecer procurei abordar neste conteúdo.

Agora, você precisa responder a seguinte questão: preciso melhorar meu projeto atual ou fazer tudo novamente?

Em alguns cenários faz sentido melhorar, agregar novos recursos e medir o sucesso.

Em outros, não tem jeito mesmo. Se faz necessário jogar tudo no chão, e começar do zero.

E qual será seu próximo passo: se adaptar ou começar novamente?

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