Performance em WordPress Headless e o que já aprendemos a respeito

Temos aprendido sobre como melhorar a performance em WordPress Headless. Vamos falar a respeito?

Performance em WordPress Headless
Seus amigos merecem saber desse conteúdo?

Tem sido mais fácil conseguir uma boa performance de sites desenvolvidos em WordPress Headless do que nos projetos convencionais.

Um dos benefícios é poder ter uma estrutura com códigos back e front-end misturados, para serem otimizados.

Assim sendo, o trabalho de otimização é mais organizado, o que tem trazido resultados ainda mais convincentes.

Mas a análise estratégica para a melhoria efetiva de performance em WP continua se baseando nos três pilares a seguir:

  1. Servidor / Infraestrutura;
  2. Tecnologia / Desenvolvimento e
  3. Conteúdo / Integração.

Os pilares da performance em WordPress Headless

Pilar do desenvolvimento, um dos três pilares da performance em WordPress

Vamos considerar, por ora, os pilares de Servidor / Infraestrutura e Tecnologia / Desenvolvimento.

Essa separação nos permite compreender melhor os desafios e adotar estratégias correspondentes a cada cenário.

Servidor / Infraestrutura

Temos dois pontos de atenção: a área administrativa e os endpoints da REST API.

Sobre a área administrativa, me refiro especificamente ao editor, o WP em si, e à quantidade de pessoas que irão atuar na gestão.

Quanto mais pessoas estiverem trabalhando simultaneamente, maior é o desafio de infraestrutura.

Essa equipe precisa ter uma resposta rápida às suas operações que estão ligadas diretamente ao banco de dados da aplicação. Ou seja, inserção, edição, atualização e exclusão de conteúdos diversos.

O esforço de performance estará centralizado no banco de dados, que precisa ser adequado ao volume esperado.

Em alguns cenários é possível ir além e trabalhar com uma replicação e estrutura com base de dados master e slaves.

A grande vantagem com estrutura Headless é que a concorrência de acessos, com os visitantes do site de uma forma geral, é centralizada unicamente nos endpoints da WP REST API.

Os retornos dessa API são JSON, um arquivo estático, portanto, podem ser cacheados e servidos mais rapidamente, com economia de recursos.

Para termos esse pilar colaborando ainda mais com a performance em WordPress Headless, podemos considerar o Redis, um banco de dados de chave-valor que armazena os dados com a durabilidade desejada.

Cada retorno em JSON das consultas a API será armazenado nessa estrutura. O purge precisa ser devidamente tratado para garantir a limpeza e atualização do conteúdo.

Tecnologia / Desenvolvimento

A camada de visualização em projetos Headless é inteiramente baseada em tecnologias front-end.

Essa camada será desenvolvida do zero e pode ter a concepção de performance desde o início.

Além disso, o servidor pode ser equipado com uma estrutura que ajudará no trabalho, como a adoção do IPv6, o protocolo HTTP/2, o servidor web NGINX, por exemplo.

É preciso ter cuidado com os frameworks utilizados. Me refiro, por exemplo, ao React, Vue.js, Angular e Bootstrap, considerando o carregamento somente dos arquivos do projeto.

Os demais, desconsidere.

Como serão arquivos a menos, haverá uma melhoria de performance.

Os assets também devem ser otimizados. Falo sobre os arquivos CSS, JavaScript, imagens e Fontes web.

Vale ressaltar que todos podem ser entregues com o GZIP aplicado.

CSS e JavaScript devem ser minificados para terem uma compactação e redução em seu tamanho.

As imagens precisam ser tratadas para eliminar todos os bytes desnecessários.

Como estamos tratando de arquivos estáticos, uma estrutura de CDN pode acelerar a entrega.

Ferramentas tradicionais podem ser utilizadas para medir a performance em WordPress Headless. São elas:

Melhor performance, mais tráfego

Em qualquer projeto web, performance será um ponto central.

Os usuários preferem uma aplicação otimizada, mais leve e com menor tempo de resposta para sua navegação.

Bom tempo de carregamento também vai lhe ajudar na preferência dos algoritmos do Google e Facebook, os grandes responsáveis por direcionarem tráfego para o seu site.

Como vimos, performance em WordPress Headless pode ser facilitada se o projeto, desde o início, for bem concebido.

Espero que aproveite as dicas. Qualquer dúvida conte comigo!